podem vir de vários tempos
que a dança é a mesma
podem vir de intervalos
podem vir de crenças
que a dança é a mesma
é a dança do poder
dos impérios governados
das cimeiras infinitasdos amores satisfeitos
dos famintos lucrativos
dos neuróticos somíticos
épocas sempre na mesma dança.
onde está a mão aberta?
ah..
a dança do poder
do homem que inventa
ainda haver esperança
quando o poder é quem dança
o pobre se cansa
tapando a mão
da sua andança.